| Foto | Preço | Desconto | Local | Endereço | Leilão | Dívida | Pagamento | Modalidade | Imóvel | Levantar dívida |
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IPTU é dívida pública, qualquer um consulta. Use a inscrição imobiliária que está na coluna "Levantar dívida" e entre no site da prefeitura, na consulta de débitos imobiliários. Curitiba, Ponta Grossa, São José dos Pinhais, Colombo e Araucária têm consulta online. Se a cidade não tiver, ligue na secretaria de finanças com a inscrição em mãos.
Não olhe só o IPTU do ano. Procure também dívida ativa e execução fiscal, que é o IPTU antigo já cobrado na justiça. Costuma ser consulta separada.
Não existe consulta pública. Só a administradora informa. A ordem que funciona:
"Bom dia. Vocês administram o condomínio [nome]? Tenho interesse em arrematar a unidade [apto e bloco] em leilão da Caixa e queria saber a posição de débito da unidade, por favor."
Na mesma ligação, ou com o porteiro, pergunte as duas coisas que valem tanto quanto a dívida e que a Caixa não informa em lugar nenhum:
Some IPTU e condomínio ao valor do arremate antes de definir o lance máximo. Nos imóveis marcados como integral a dívida entra inteira na conta, sem teto. Nos marcados como até 10% você já sabe o pior cenário sem ligar para ninguém: 10% do valor de avaliação.
Se você não conseguiu levantar o valor e a data está em cima, a decisão certa é não dar lance. Sem esse número você está apostando às cegas em algo que pode ser R$ 5 mil ou R$ 60 mil.
Além da dívida entram: comissão do leiloeiro de 5% (só no Leilão SFI, as outras modalidades não têm), ITBI (2,7% em Curitiba, varia por município), registro e documentação, reforma, IPTU e condomínio de todos os meses até vender, comissão do corretor na venda (cerca de 6%) e imposto de renda sobre o ganho.
Guarde a nota fiscal de toda reforma: ela abate do imposto na hora da venda.